Gênero: drama, romance
Duração: 104 min
País/Ano: EUA/2014
Direção: Shana Feste
Duração: 104 min
País/Ano: EUA/2014
Direção: Shana Feste
Distribuidora: Universal Pictures
Classificação: 12 anos
Classificação: 12 anos
Vamos deixar bem claro que não li o livro que deu origem a esse filme e muito menos assistir a primeira versão - 1981 -, vamos deixar ainda mais claro que não sou crítica de filmes - essa é a minha segunda resenha sobre filmes - então não entendo muito do assunto, sou apenas parte do público e estou falando como tal.
Isso te lembra algo? Se sim, não se preocupem, é a velha fórmula do romance 'água com açúcar'.
Continuando, David se sente atraído por Jade já há algum tempo, mas é só com o fim do ensino médio que ele encontra a oportunidade de tentar conquistar a garota. O problema é que o rapaz tem origem humilde, enquanto Jade é uma garota privilegiada, e é essa diferença de classes que tornará o romance extremamente complicado.
Jade, dona de um futuro brilhante, apaixona-se perdidamente por David, e logo começa a abrir mão de seus planos afim de desfrutar esse romance por mais tempo. E o que seria apenas um "amor de verão" vira um romance indimensionável.
O drama aumenta quando o pai de Jade assume uma posição controladora e até mesmo agressiva diante do relacionamento entre os jovens, em oposição a mãe de Jade fica fascinada pela intensidade do amor entre os dois.
O filme é bem raso, toda a profundidade que tenta passar fica apenas na sinopse, porque nas cenas não existe. Não estou falando apenas pela história clichê, porque os clichês funcionam geralmente. Estou falando porque o público mal tem tempo para descobrir a paixão 'secreta' que David tem por Jade e os dois já estão se agarrando.
O drama que eles querem passar é tamanho que os atores não conseguem expressar e ficam sempre com a mesma expressão de: eu de-co-rei e a-go-ra es-tou fa-lan-do. E olha que drama não falta:
A morte do irmão de Jade.
Um pai incompreensível e inflexível diante de seus dois filhos.
Um passado turbulento para David e o pai.
Um relacionamento exausto entre os pais de Jade.
E por aí vai...
Talvez se fosse menos, ou mais intensos, mas o roteiro e os atores não conseguem causar comoção no público. Tudo é tão mecânico e coreografado que seja a ser apático.
É desnecessário eu dizer que o casal principal não tem química alguma, ambos são tão frios que mais parecem desconhecidos do que amantes.
Parando para pensar nem precisava ter escrito tudo isso, este filme se resume a duas palavra desnecessário e previsível, uma combinação que deve ser evitada ao máximo.
Pra quem ainda quer arriscar, já se arriscou ou desistiu de assistir a Amor sem Fim não esqueça de comentar.
Quer ver a crítica de algum outro filme aqui deixe o título nos comentários.
*Este é um remake do filme de mesmo título, 1981.
Baseado no livro de Scott Spencer, 1979.

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