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Marie Lu - Legend

Título original: Legend
Legend: #1
Autor: Marie Lu
Editora: Rocco
Páginas: 256
Ano: 2014

ISBN: 978-85-7980-205-8
Tradutor: Ebréia De Castro Alves

Trilogia distópica que vem conquistando os fãs de Jogos Vorazes e Divergente, a série Legend é ambientada na República, instalada numa região outrora conhecida como costa oeste dos Estados Unidos, e conta a história de June, uma garota de 15 anos nascida numa família de elite e que possui impressionantes habilidades militares, e Day, um garoto pobre considerado o criminoso mais procurado do país. Quando o irmão de June é assassinado, os caminhos desses dois jovens de origens distantes se cruzam, dando início a uma trama de forte conteúdo político e repleta de ação, reviravoltas e romance.

Legend não apenas corresponde aos entusiasmados elogios que recebeu, mas consegue superá-los.
- The New York Times Book Reviw

Em 2130 os EUA não existirá, pelo menos não como o conhecemos atualmente. Dividido em República da América e Colônia que estão em conflito. A República, onde a história se passa, é um governo militar que surgiu para trazer melhores condições para seus habitantes, protegendo-os dos perigosos rebeldes.

A república, entretanto, exige da população não apenas seu melhor, mas que seja a melhor. Ao completar dez anos todas as crianças devem realizar um teste cujo valor máximo é de 1500 pontos. A nota nesse teste definirá quais escolas/universidades que o indivíduo irá frequentar, assim como os cargos que futuramente irá ter, entretanto, as crianças que atingem menos que 1000 pontos no teste são consideradas reprovadas, sendo excluídas dos demais, levadas para trabalharem nos campos.
Dinheiro é a coisa mais importante do mundo, guria. Dinheiro pode comprar felicidade, não me importo com o que os outros dizem. Dinheiro pode comprar alívio, status, amigos, segurança… todo tipo de coisas.

Os Melhores de 2014

Relembre conosco nossas melhores experiências de literatura e cinema em 2014 nesse post, cada blogueiro escolheu 3 títulos, confira!

Literatura



As Vantagens de ser invisível
Em Chamas
Fale!


Inferno
Insurgente
Mago: as trevas de Sethanon



O Cavaleiro dos Sete Reinos
O guerreiro pagão
O sangue do Olímpio

Cinema



A Culpa é das Estrelas
Capitão América 2 - O soldado Invernal
Como Treinar o seu Dragão 2



Confissões de Adolescentes
Garota Exemplar
Guardiões da Galaxia



O hobbit - A Batalha dos 5 Exercitos
Planeta dos Macacos - O Confronto
X-men - Dias de um futuro esquecido


Esses são os nossos preferidos, e o de vocês?

Só mais um...

...ou mais 7!

Confirmado! A Editora Rocco publicará no Brasil a edição de Harry Potter e a Pedra Filosofal em edição ilustrada, fãs preparem-se. 
Com ilustrações do premiado Jim Kay a edição ilustrada chega as livrarias americanas e inglesas em outubro deste ano, enquanto no Brasil só em 2016.

"I am very pleased to announce that I will be working with Bloomsbury Publishing for the next few years, illustrating the complete series of Harry Potter, by J.K. Rowling. More news soon, I’ve got to get busy drawing!"
"Eu estou muito satisfeito em anunciar que trabalharei com a Bloomsbury Publishing nos próximos anos, ilustrando a série completa de Harry Potter, por J.K Rowling. Mais novidades em breve, estou muito ocupado desenhando!"
Diz Jim Kay em seu site, onde já divulgou ilustrações de alguns personagens, conforme segue abaixo.

Hermione Granger
Ron Weasley 


Draco Malfoy
Rúbeo Hagrid

A série de J.K Rowling - só eu reparei que o ilustrador também é J.K - é uma das mais populares no mundo, tendo vendido mais de 450 milhões de exemplares.

Só estou estou ansiosa por mais esta edição?

Suzanne Collins: A Esperança

Título original: Mockingjay
The Hunger Games: #3
Autor: Suzanne Colins
Editora: Rocco
Páginas: 424
Ano: 2011

ISBN: 978-85-7980-086-3
Tradutor: Alexandre D’elia


Depois de sobreviver duas vezes à crueldade de uma arena projetada para destruí-la, Katniss acreditava que não precisaria mais lutar. Mas as regras do jogo mudaram: com a chegada dos rebeldes do lendário Distrito 13, enfim é possível organizar uma resistência. Começou a revolução. A coragem de Katniss nos jogos fez nascer a esperança em um país disposto a fazer de tudo para se livrar da opressão. E agora, contra a própria vontade, ela precisa assumir seu lugar como símbolo da causa rebelde. Ela precisa virar o Tordo. O sucesso da revolução dependerá de Katniss aceitar ou não essa responsabilidade. Será que vale a pena colocar sua família em risco novamente? Será que as vidas de Peeta e Gale serão os tributos exigidos nessa nova guerra?



Meu nome é Katniss Everdeen. Tenho dezessete anos. O meu lar é o Distrito 12. Participei dos Jogos Vorazes. Escapei. A Capital me odeia. Peeta foi levado como prisioneiro. Imaginam que ele esteja morto. Há uma grande chance de ele estar morto. Provavelmente é melhor que esteja morto...


Essa semana foi o lançamento da primeira parte da adaptação do último livro da trilogia The Hunger Games, A Esperança, e para "comemorar" vamos de resenha!


Neste último livro, Katniss se depara com algo que imaginava ser impossível, o lendário distrito 13 existe e mais, planeja com a ajuda de outros Distritos derrubar a Capital livrando Panem da opressão liderada pelo Presidente Snow, mas para que a revolução siga a diante e ganhe força eles precisam de um símbolo e querem fazer de Katniss esse símbolo, o tordo.

O que eles querem é que eu assuma verdadeiramente o papel que designaram para mim. O símbolo da revolução. O Tordo. Não é suficiente o que fiz no passado, desafiando a Capital nos Jogos, fornecendo um ponto de reorganização.

A Esperança para mim foi uma excelente conclusão, não estou dizendo que fui indiferente aos fatos minimamente amargos que ocorrem no livro, porque pela voz de Katniss o leitor acaba se apegando aos personagens.
A perspectiva da garota em chamas é tão boa que é possível sentir suas dúvidas, medos, anseios, ódio e amor pelas demais personagens – isso nos três livros –. Você acaba pensando junto com Katniss, e não adiantado ou atrasado, o que torna a narrativa envolvente.
Continuando na linha dos personagens, Collins não foi piedosa, é como se fosse formada uma fila para o abate, sem piedade ela vai eliminando um á um. Em alguns trechos reli para entender o que estava acontecendo, era mais ou menos assim:
Eu lia:
O quê?
Relia:
Por quê?
Deixava o livro, ponderava, voltava a ler.

SE NÓS QUEIMARMOS, VOCÊ QUEIMARÁ CONOSCO!

O “felizes para sempre” não existe, porque estamos no meio do caos de uma revolução, são personagens humanos que estão envolvidos nessa disputa sangrenta, e Collins constrói essa humanidade em cima de sentimentos, suas personagens são caldeirões de emoções, que geram motivação para defenderem seus ideais. E quando o livro chega ao fim o sentimento que fica não é de alívio e sim de peso, porque as marcas da guerra permanecem.
A Esperança é de longe o mais violento, intenso e pesado dos três livros, existe uma evolução da história, fazendo do livro um fechamento perfeito da obra, amarrando-o aos anteriores.
Isso tudo porém não mudou minha opinião, Em Chamas continua sendo meu livro preferido da trilogia. 


Mas há jogos muito piores que esse.

Você pode se interessar em:





Veronica Roth - Insurgente

Título original: Insurgent
Divergent: #2
Autor: Veronica Roth
Editora: Rocco
Páginas: 512
Ano: 2013
ISBN: 9788579801556
Tradutor: Lucas Peterson

Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas. Em Insurgente, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama - e a própria vida – enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor. 

Saí de Divergente no maior pique para ler o segundo livro da trilogia, Insurgente, comprei online e fiquei muito ansiosa pra sua chegada, aí comecei a ler e B-U-M, queda de adrenalina.

A crueldade não faz uma pessoa ruim, da mesma forma que a coragem não faz uma pessoa boa.



O livro como um tudo é bom, o problema é que criei inúmeras expectativas sobre ele e acabei me decepcionando e vou tentar explicar o porque.
Ainda narrador em primeira pessoa pela personagem Tris, Insurgente segue do ponto onde Divergente acabou. As primeiras 100 ou 150 páginas são intermináveis, lembro que quase desisti de ler, porque é uma narrativa que se arrasta num círculo, voltando sempre para o mesmo ponto, questionando o raciocínio dos personagens.
Depois deste início torturante o livro se desenrola de uma forma impressionante, as páginas fluem com mais leveza, a ação começa e a história se expande. Novos personagens são inclusos, e agora podemos conhecer mais a respeito da história de cada indivíduo e principalmente das facções, como funcionam, suas obrigações e lemas.

A tristeza não é tão pesada quanto a culpa, mas rouba mais de nós.

 Sobre Tris, ela vai continuar num conflito interno sobre suas ações ao longo do primeiro volume, e isso atrapalha a personagens em muitas ocasiões, além disso há outros dramas que a personagem tem de enfrentar em relação a família e em ser divergente.
Algo que me chateou bastante foi que Tris perdeu sua sagacidade, em muitas passagens algo é extremamente óbvio para o leitor como a situação vai se desenrolar mas Tris não consegue fazer a soma e acaba agindo por impulso.
Roth carregou Insurgente de pistas - isso é irritante! - o leitor na metade do livro já sabe o desenrolar da trama e que uma reviravolta está próxima, não estou exagerando porque as pistas são repetidas inúmeras vezes e o pior é que as personagens não conseguem conectá-las, ficando atrasadas em relação ao leitor.

Descobri que as pessoas são compostas de camadas e mais camadas de segredos. Você pode achar que as conhece, que as entende, mas seus motivos estão sempre ocultos, enterrados em seus próprios corações. Você nunca as conhecerá de verdade, mas, ás vezes, decide confiar nelas.

Insurgente é um livro desnecessariamente prolongado e que teria ficado muito bom se fosse menor, mas que mesmo assim Roth conseguiu dar uma reviravolta - nada surpreendente - incentivando o leitor a ansiar pelo terceiro volume da trilogia, Convergente. 


+ trecho do livro 

J.k Rowling - Harry Potter e a pedra Filosofal

Título Original: Harry Potter and the Philosopher's Stone 
Editora: Rocco
ISBN: 
85-325-1101-5
Ano: 2007
Páginas: 264
Tradutor: Lia Wyler



Draco dormiens nunquam titillandus


Harry Potter é um garoto comum que vive num armário debaixo da escada da casa de seus tios. Sua vida muda quando ele é resgatado por uma coruja e levado para a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Lá ele descobre tudo sobre a misteriosa morte de seus pais, aprende a jogar quadribol e enfrente, num duelo, o cruel Voldemort.
Com inteligência e criatividade, J. K. Rowling criou um clássico de nossos tempos. Uma obra que reúne fantasia e suspense num universo original atraente para crianças, adolescentes e adultos.


Toda noite, antes de se deitar para dormir Harry riscava mais um dia no pedaço de papel que pregara na parede, para contar os dias que faltavam até primeiro de setembro.

Hoje é dia primeiro de Setembro, e resolvi aguardar essa data para postar a resenha de um dos meus livros preferidos: Harry Potter e a Pedra Filosofal.

A primeira vez que li Harry foi quando chegou a biblioteca da escola, de cara ele me atraiu. Desde a capa lúdica, a sinopse, e principalmente o tema: MAGIA, na época tinha menos de dez anos e só de ter a palavra magia em algum lugar ficava fascinada.  
Peguei o livro, li-o e não teve escapatória, foi amor a primeira lida.
O livro me atraiu na época basicamente pela forma lúdica que todo o cenário é exposto. Quando abre as páginas e lê a descrição de Hogwarts, das cenas a personagens é como se você de fato adentrasse naquele mundo, como se tivesse recebido uma carta aos onze anos e a notícia caísse sobre você, a forma como J.K escreve, provoca isso no leitor.
Só para terem uma noção: Quando Harry chegou a plataforma nove e meia, veio logo um frio na barriga, que só coisas novas provocam. O que é fascinante, sentir o livro a tal ponto que seja levado pelas páginas numa viagem ao mundo das personagens é algo que só um bom autor consegue.

Alvo Dumbledore se levantara. Sorria radiante para os estudantes, os braços bem abertos, como se nada no mundo pudesse ter-lhe agradado mais do que vê-los todos reunidos ali.

Através dos anos continuei relendo o livro, a sensação continuou a mesma, mas  amadureci minha visão sobre o ele, Harry Potter deixou de ser apenas lúdico e passou a ser um livro carregado de princípios de valores.
Amizade, bondade, generosidade, amor, esforço... São coisas que aprende a valorizar e a desempenhar o máximo possível, já o desdem, arrogância, preconceitos são coisas que deve evitar ao máximo. Para pessoas mais velhas isso  parece bobo, mas é assim que se cria ética e moral numa pessoa, demonstrando que o 'óbvio' é certo ou errado. J.K coloca isto de forma tão sutil e fluida, como uma mãe.

- Existe todo tipo de coragem - disse Dumbledore sorrindo. - É preciso muita audácia para enfrentarmos nossos inimigos, mas igual audácia para defendermos os nossos amigos.

Não quero estender demais as ideias, porque como já disse, é um dos meus livros preferidos e escreveria centenas de palavras sobre ele sem ao menos perceber, no fim ia virar um livro de bajulação ao livro. O que não é meu objetivo.
Não coloquei frases de críticas, ou classificação em listas porque o nome já se fez e se mantém sólido.
Tenho paixão por essa obra e o conjunto da série, por cada coisa vir a seu tempo, sem pressa alguma. J.K é fantástica, e se precisasse resumir tudo que disse até agora, seria com: Obrigada.


- Eu não devia ter-lhe dito isto! - exclamou.